65 dias





Se minha conta no excel estava certa, hoje, dia 27/10, faltam 65 dias para o novo ano.

A gente sempre se pega na mesma pegadinha nessa época do ano, perto do Natal e ano novo, de que o ano tá terminando mesmo e daqui a pouco a gente promete tentar fazer aquilo de novo. No caso, só ano que vem.

Eu, no auge de uma tpm do capetinha, estou pensando nesses 65 dias como uma possibilidade, uma não, 65 possibilidades.

Estou tentando aos poucos me organizar e organizar minha cabeça, tenho muita coisa a ser feita e pouca coisa sendo feita de fato.

Esses dias fui no médico que cuida das minhas costas, ele tem uma clinica onde, inclusive, tem nutricionista. Fez todo um discurso que estava preocupado comigo e tal e fez a pior coisa que alguém pode fazer: se meter no meu peso.

Ele marcou um horário com a nutri e não consegui dizer não na hora. Acabei desmarcando depois, porque não é esse meu problema, comer errado não é o problema, e sim O QUE me faz comer.

Eu estou sim mais gordinha e quero reverter a situação, porque, inclusive, para minhas costas, minha disposição e tudo mais, esse peso me atrapalha. Sobre a aparência, eu estou bem de boa mesmo com ela. Não me vejo gorda, não vejo nada de errado comigo. Isso que é o mais doido.

Mas, como sou uma desobediente, revoltadinha de araque e tudo mais, eu preciso pegar esse caminho sozinha. Não se meta que é pior.

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Então, estou vendo onde começar a fazer musculação de novo, pois isso me fazia muito bem (claro, tirando a bursite no ombro que ACHO que era porque eu bancava a "mamãe eu sou fortinha" e exagerei) e tentar voltar a correr. Porque é bom, é democrático, corro onde quiser, sozinha, acompanhada, na hora que der na telha, no lugar que quiser. E tem todo lance de superação que faz bem.

Se essa função vai dar certo, veremos. Mas ferramenta para isso já tenho!

Só que, estou esperando a TPM passar para tomar essa decisão, porque na tpm fico muito impulsiva.

Resolvi montar um planner para planejamentos gerais e um planner para monitoramento da minha saúde mental e dieta / rotina saudável / saúde. Explico como funciona no futuro.

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Ainda faço terapia, e estou melhorando muito.

Quero me dedicar um pouco mais ao blog, pois dividir algumas experiências me faz bem.

Volto logo, inclusive, visitando vocês.

beijão!



Sexta

A vida anda uma loucura, mas de certa forma tá tudo sob controle.

Estou conseguindo de certa forma ter controle da minha vida.

Ultimamente tenho comido quanto tenho fome mesmo. Algumas vezes isso deu certo, outras me fizeram comer demais hahahaha.

Mas quando comi coisas mais "bobagem", eu estava salivando por aquilo, eu queria MUITO comer. Já disse que estou lendo aquele livro na Geenet? Liberte-se da fome emocional? É isso que ela ensina (uma das coisas) é que se for para comer alguma coisa que todo mundo classifica como ruim ou não saudável, que seja porque você quer REALMENTE comer aquilo, não porque está triste, ou está feliz, desanimado, triste.

Escolher não estar de dieta restritiva requer alguns outros cuidados, você não pode cair na armadilha de comer tudo que acha que tem direito, comer demais deixa a gente pesada, e comer por emoções nem preciso dizer que o problema de se comer demais por conta de emoções não é a falta de dieta né?

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Achei um link na internet muito, mas muito bom mesmo: https://www.buzzfeed.com/rachelwmiller/aqui-esta-como-usar-um-diario-em-topicos-para-uma?utm_term=.weAmNwMeJ#.yovmkKeg1

É sobre como monitorar sua saúde mental e como isso tudo pode ajudar a gente a se conhecer e reconhecer o que desencadeia certas emoções.

Nesse processo de auto conhecimento e processo de melhorar o aspecto emocional da minha pessoa, achei a idéia fantástica. Muitas vezes, nem percebemos como estamos, nem percebemos como aquilo que fazemos / comemos / sentimos pode influenciar em tudo.

Às vezes  estamos há dias exagerando em algo, fazer uma análise desses dias pode nos fazer soar o alarme para dizer: algo está errado conosco. Fazer essa análise, tentar melhorar ajuda muito.

Volto logo! Beijão!!

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O dia, os dias...



Muita coisa aconteceu nesses últimos dias.

Cada vez estou melhor comigo mesma, mais gentil comigo mesma, mais em paz, menos estressada, sabendo gerenciar melhor os perrengues da vida (que não foram poucos, diga-se de passagem).

Aconteceu uma coisa muito chata, um ex-colega meu faleceu por decorrência de um ataque cardíaco, estava jogando vôlei e passou 4 dias em coma. Mexeu muito comigo, pois ele era uma pessoa muito bacana. Mas, o pior aconteceu depois, pois a namorada dele acabou se matando. "Pouca" tragédia né?

Aí você pensa na vida, se está fazendo tudo o que pode e o que quer, se estou aproveitando bem, se estou me cuidando, enfim.

Agora penso em não deixar muita coisa para depois, essas situações te dão aquela sede de vida que parece insaciável.

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Bom, ultimamente estive de boas comigo mesma, apesar do peso e tudo mais, mas comecei a notar que minhas calças começaram a ficar mais apertadas e isso começou a incomodar, mas não de uma forma do tipo: nossa, tô ficando baleia, tô precisando virar fitness, virar fit, virar seca, preciso perder 10, 20 quilos.

O objetivo será: preciso eliminar 2,5 kgs para trocar de casa e ficar menos inchada e assim conseguir pensar no que fazer com o resto.

Comecei a ler o livro "liberte-se da fome emocional", da Geneen Roth que também escreveu "mulheres, comida e deus".

Ensina bastante coisa sobre observar nosso próprio comportamento e assim tentar se ajustar.

Estou começando a ler o Pense magro de novo, o livro de tarefas diárias. mas não vou me matar para todo santo dia me atropelar lendo um dia, eu vou no meu ritmo.